MediEvil
A geração do PlayStation 1 eu não vivi, então muitos jogos acabei não conhecendo. Anos depois, com um PC de mesa em casa, pude instalar um emulador de PS1 e testar vários títulos, um deles MediEvil, mas nunca o joguei para valer. Apenas brincava na fase inicial. Penso que, na época, minha noção e meus pensamentos sobre videogames eram outros; não pensava muito em zerar o jogo ou passar de fase, apenas em bagunçar dentro dele.
Depois, já trabalhando, comprei um PS4, e um dos jogos que adquiri posteriormente foi o remake desse clássico cult. Amei o remake! Inclusive, emprestei-o para o irmão de um colega, que também adorou o jogo. Lembro-me de ele me mandar uma mensagem agradecendo pelo empréstimo aos prantos; sim, ele chorou de tão grato.
Voltando ao clássico, pude zerá-lo agora através do catálogo da Plus. Fiquei com medo de não gostar dele, mas, a cada fase que jogava, lembrava-me do remake e fazia a ligação entre as fases originais e suas versões refeitas.
O número de armas e itens é impressionante; realmente são muitos, e isso me surpreendeu. O legal é explorar, pegar itens extremamente aleatórios e ficar sem saber onde usá-los, até que você se lembra de ter passado por algum lugar onde eles se encaixariam.
A gameplay é boa; o que realmente é sofrido é a câmera. Movimentá-la no L1 e no L2 é bastante desconfortável. A história é bem legal, divertida e sombria na medida certa, parecendo muitas vezes um filme de Tim Burton.
A platina é razoável e possui seu nível de dificuldade. É preciso conseguir 100% em todas as fases, o que consiste em derrotar inimigos e realizar ações específicas, como usar determinadas armas em certas ocasiões.
Platinei com uma média de 12 horas. Estou empolgado para testar as sequências.
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