Max Payne 3
Sempre quis experimentar esse videogame. Amava jogar os dois primeiros; lembro-me de jogar na lan house do meu tio e ficar maravilhado com o bullet time. Achava surreal saltar e “parar” o tempo enquanto atirava em tudo.
A história desse Max Payne é bem legal. No início, o que me incomodou um pouco foi a forma como o jogo se apresenta, com flashes e lapsos na tela, simulando a mente de Max a todo instante. O fato de o game se passar no Brasil me ganhou logo de cara; gostei da representação que a Rockstar fez do país, apesar de algumas coisas não fazerem sentido, como moradores de uma favela de São Paulo vestirem camisas de times do Rio de Janeiro, como Flamengo e Fluminense.
A dublagem achei bem competente para a época; possui diálogos engraçados e envolventes. A jogabilidade é bem satisfatória, entretém bem e é um dos pontos mais altos aqui. Por outro lado, a câmera deixa um pouco a desejar, juntamente com a IA dos inimigos, pois em alguns momentos senti a dificuldade oscilando bastante, mesmo jogando no normal. A performance também é um ponto negativo, com constantes quedas de FPS, principalmente em cenários muito movimentados.
Gostei da variação de armas; achei uma boa diversidade. O que não entendi muito bem foram os coletáveis de armas douradas — não senti que melhoraram a gameplay.
Quanto à platina, a mesma está inalcançável, uma vez que existem troféus online e os servidores foram encerrados — uma pena.
Foi muito bom revisitar esse universo; aguardo ansiosamente pelos remakes do 1 e do 2 feitos pela Remedy.
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