Resident Evil Requiem
Não tinha planos de comprar este videogame na data de seu lançamento, mas, depois que vi um trailer com simplesmente o Leon voltando à RPD, isso pegou no emocional. Fiz a pré-venda e não me arrependi. Foi incrível viver o hype do momento enquanto jogava o game.
Os gráficos estão deslumbrantes; não é algo que cansa, como um jogo da Ubisoft, ou que parece datado — é simplesmente perfeito. Todas as animações são excepcionais: ver o Leon verificando o tambor de munição da pistola ou perceber a Grace tremendo ao mirar são pequenas coisas que tornam tudo mais imersivo.
A história foi bem legal e divertida de acompanhar, alternando entre os personagens, sempre deixando ganchos e plots que acabavam me envolvendo cada vez mais. A gameplay é sensacional. É possível sentir o medo de Grace através de suas reações a tudo aquilo que está lhe acontecendo e, do mesmo modo, o “modo tank”, que é jogar com Leon, varrendo tudo e lidando com novos e velhos inimigos.
Para mim, este é um dos melhores Resident Evil que já joguei. O quatro ainda mora no meu coração, mas este também tem um lugar especial.
Em relação à platina, preciso zerar outras vezes, mas já tracei o processo até lá. Estou na segunda run, pegando o que faltou de coletáveis e documentos, além de troféus pontuais, e fazendo a run sem usar recuperação de vida. Em seguida, terei que fazer outra zerando em até quatro horas (speedrun) e outra no modo insano. Até lá, pretendo ter a bazuca infinita.
Update: Platina feita! O modo insano foi um passeio; a pior run foi a segunda mesmo. Diria que se pareceu com um modo difícil, e foi frustrante em algumas ocasiões. O gerenciamento se torna mais exigente nesse modo dito como clássico e, em paralelo, fiz a run sem usar ervas para recuperar a vida, o que dificultou um pouco mais. No fim, foram quatro runs seguidas.
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