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A screenshot backdrop taken from the game: .

Shadow of the Colossus

Jogar Shadow of the Colossus sempre foi especial para mim. Desde a primeira experiência no PS2 até o incrível remake, essa jornada mexeu — e ainda mexe — comigo. A história é um espetáculo à parte, repleta de enigmas e interpretações; já assisti a vários vídeos sobre o assunto e, ainda hoje, me pego consumindo conteúdo a respeito. A jogabilidade da versão clássica continua boa, embora sofra em alguns momentos, seja pela câmera mal posicionada ou por vezes em que o Wander não executa exatamente o que comandamos. No entanto, esses detalhes tornam-se irrelevantes perto da experiência proporcionada por esta obra-prima. A versão de PS3 é muito competente: traz a essência do original, mas agora em Full HD. A jornada rumo à platina foi árdua. Precisei zerar o jogo por volta de sete vezes — ora para evoluir a vida e a estamina, ora para coletar todas as frutas e caudas de lagarto. Contudo, o verdadeiro desafio reside no Time Attack. Vencer os Colossos no modo difícil, especialmente o terceiro, foi um desafio imenso. Precisei de muita persistência para conquistá-la, mas consegui. Agora, estou prestes a começar ICO. A última vez que o joguei foi há muito tempo, ainda no PS2, e espero ter uma experiência tão marcante quanto a anterior.

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