Assassin's Creed Mirage
Até o momento, joguei poucos títulos da franquia Assassin's Creed: a trilogia do Ezio (2, Brotherhood e Revelations) e o Origins. Acabei jogando o título mais recente porque entrou no catálogo da PS Plus. Ele me divertiu bastante; a jogabilidade é fluida, apesar de, às vezes, o protagonista Basim travar durante o parkour pela cidade.
O início da história me intrigou e fiquei instigado a saber mais, mas depois o enredo ficou maçante e acabei pulando diálogos. O mundo criado é incrível, porém, como de costume, os personagens são esteticamente simples e sem expressão. Não tive grandes problemas com bugs, além de precisar repetir uma missão ou outra porque o NPC ou o objetivo principal travaram.
O combate funciona, mas não é o forte do jogo, que se concentra mais na furtividade — o que é legal em muitos momentos, mas cansativo em outros. O final foi exaustivo e eu só queria terminar logo. Finalizei com cerca de 30 horas de jogo, pois conquistei a platina. Quanto ao troféu de platina, foi tranquilo: basta completar tudo no mapa e ela vem. Dentre os que joguei, meus favoritos continuam sendo o Origins e o Assassin's Creed 2.
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